Utilitário
O grupo Google anunciou na quinta-feira (19) um inédito sistema que permite a criação e a inclusão automática de legendas aos vídeos no YouTube. Embora o recurso esteja disponível momentaneamente à apenas 13 canais parceiros do site (National Geographic, PBS, Columbia, UCLA, Duke, UC Berkley, MIT, Stanford e Yale), a ideia é que o serviço seja utilizado em todos os tipos de vídeos em diversos idiomas ao mesmo tempo.
Para funcionar, a função utiliza um reconhecedor de voz inserido dentro do próprio Google. O engenheiro do software do Google, responsável pela inclusão do programa, comentou o recurso. “As legendas não serão sempre totalmente perfeitas, mas ainda assim, podem ajudar aquelas pessoas que possuem dificuldades na hora de entender a língua (inglesa), com termos mais rebuscados e gírias desconhecidas. E a tecnologia certamente continuará a ser melhorada com o tempo”, disse Ken Harrestien, que é deficiente auditivo - o motivo pelo qual está envolvido no projeto, já que faz parte do público também a ser beneficiado pelas legendas automáticas.
Uma segunda novidade no programa é uma ferramenta de captura de legendas denominada de “caption-timing” (auto-timing), que permite que qualquer usuário com conhecimentos básicos crie as legendas para determinado vídeo e as insira em forma de texto nos arquivos. “É apenas necessário criar um arquivo simples de texto com todas as palavras do vídeo e a tecnologia ASR (a de reconhecimento de voz) do Google trabalhará automaticamente, completou Harrenstien.
A iniciativa deve eliminar barreiras para usuários que fizerem uploads de vídeos ao site que desejam adicionar legendas, mas que não possuem tempo hábil para fazê-lo de forma profissional, que exige mais técnica. É, na verdade, uma facilitação ao leigo que deseja incorporar tal função ao mesmo tempo em que queira alcançar um público maior.
Fonte: adrenaline

Houve um tempo em que Silicon Graphics era sinônimo de computação de altíssimo desempenho. Seus servidores, baseados na arquitetura MIPS e rodando um sistema operacional Unix próprio (o IRIX) eram o que havia de melhor para computação científica e computação gráfica de alto desempenho.
Mas com a drástica queda nos preços de PCs comuns, que ganharam alta capacidade gráfica com baixo custo, e a popularização de soluções de computação em cluster baseadas em Linux ou BSD, a SGI perdeu mercado. Após uma quase-quebra em 2005, e um pedido de concordata no início de 2009, a empresa foi adquirida pela Rackable Systems, em abril deste ano.
A Rackable mudou seu nome para Silicon Graphics International, aproveitando a aura que a antiga sigla “SGI” ainda tinha no mercado, e parece dedicada a retornar o nome à velha forma. Segundo a empresa, o recém-anunciado SGI Octane III é o primeiro “supercomputador pessoal” a chegar ao mercado.
Abrigada em um gabinete de 31×70×66 cm, a máquina pode receber até 10 “nós” (placas), cada um com 2 processadores Intel Xeon 5500 Quad-Core e até 1 TB de memória RAM. Na prática, é um cluster de PCs de alto desempenho em um formato compacto.
Segundo a SGI, a máquina une o poder de um cluster com a portabilidade e praticidade de uma estação de trabalho. Cada Octane III sai de fábrica testada e pré-integrada para rodar os mais comuns aplicativos em computação de alto desempenho (HPC), como dinâmica de fluidos, mecânica quântica, dinâmica molecular, processamento sísmico, análise de dados, renderização, visualização e CAD, entre outros.
Os sistemas operacionais suportados são o Microsoft HPC Server 2008, SUSE Linux Enterprise Server e Red Hat Enterprise Linux. As configurações com Linux incluem os softwares de gerenciamento de clusters SGI ProPack e ISLE.
A SGI Octane III já está disponível no mercado norte-americano, com preços a partir de US$ 7.995 na configuração básica com dois processadores Intel Xeon 5500, 144 GB de RAM e uma GPU NVIDIA Quadro ou NVIDIA Tesla. Mais informações em www.sgi.com/OctaneIII.
Fonte: Terra

A última edição da revista americana Entertainment Weekly chegou às bancas nesta semana com a primeira propaganda em vídeo já encartada em um meio impresso. A pequena tela, incluída dentro de um encaixe de papelão, traz uma propaganda da Pepsi e trailers de programas da rede de TV CBS.
A revista também traz embutido pequenos alto-falantes, que permitem ainda ao leitor ouvir a propaganda.
“Esta é uma maneira extraordinária de renovar a forma como interagimos com os consumidores”, disse o diretor de marketing da Pepsi, Frank Cooper.
A tela, do tamanho da tela de um telefone celular, é capaz de armazenar até 40 minutos de vídeo. A propaganda é ativada quando a página da revista é aberta.
Mas segundo o correspondente da BBC em Los Angeles Rajesh Mirchandani, “o vídeo leva alguns segundos para ser carregado e começar a tocar, o que é uma vida para o mundo da propaganda”.
Além disso, segundo ele, por ser volumosa, a tela impede que a pessoa folheie a revista ou a dobre.
A CBS e a Pepsi não disseram quanto custou a campanha, mas segundo a empresa Americhip, fabricante das telas, o custo unitário do encarte é próximo dos US$ 20 (cerca de R$ 36), muito superior ao da própria revista.
Fonte: Terra
Nikon CoolPix S1000pj tem 12MP e será vendida nos EUA por US$ 430.
Modelo permite fazer projeções de fotos e vídeos em qualquer lugar.

Primeira câmera digital do mercado a trazer projetor embutido, a Coolpix S1000pj, da Nikon, tem 12 megapixels e zoom ótico de 5x. (Foto: Divulgação)

O lançamento da Nikon virá com um controle remoto e um suporte para a câmera-projetor, para que o usuário possa curtir com mais conforto a experiência de slideshow. (Foto: Divulgação)

Os usuários poderão fazer projeções de suas fotos e vídeos em qualquer lugar, com tamanho de até 40 polegadas. (Foto: Divulgação)

Capaz de gravar até uma hora de vídeo, a Coolpix S1000pj chega ao mercado norte-americano em setembro, por US$ 430. (Foto: Divulgação)
Show de bola
Fonte: G1

O USB hub em formato de Polvo com 4 tentáculos (USB 2.0), suporta Windows 2000/XP/Vista, Mac OSX e Linux. Disponível nas cores: branco, preto, roxo e amarelo. Preço: USD$10 .
Fonte:Gizmodiva

Pode até parecer que o tema não tem nada a ver com fotografia, mas só aparentemente. Armazenamento, seja permanente ou provisório, de imagens é uma dor de cabeça que todo fotógrafo, amador ou profissional, vai ter constantemente pelo resto da vida. Os megapixels vão aumentando, assim como o tamanho das imagens a serem armazenadas. Se forem em RAW, o espaço ocupado será maior ainda. O pior é que não são apenas as fotos em arquivos brutos. Às vezes você tem o RAW, o JPEG tratado, a conversão para preto e branco e a montagem do álbum armazenado juntos. Haja espaço para guardar isso tudo.
Mas, a tecnologia vai evoluindo e novas formas de armazenamento vão aparecendo. A Kingston, uma das empresas mais respeitadas e conhecidas na área de produção de pen drives e cartões de memória, acaba de oficializar o lançamento do primeiro pen drive de 128GB do mundo. O Data Traveler 200 vai chegar ao mercado com três capacidades de armazenamento: 32GB, 64GB e 128GB.
Além do design bacana, as novas unidades apresentam um software interno que protege a leitura dos dados com uma senha, tornando mais seguro o transporte de seus dados e a Kingston oferece garantia total de 5 anos para o equipamento. E pensar que meu primeiro pen drive tinha a capacidade de 128mb e já quebrava um galhão. Porém, nem tudo são flores. Os preços ainda estão bem salgados. O DT200 de 32GB vai custar US$ 120,00, o de 64GB um pouco menos que o dobro, US$ 213,00, e o de 128GB custa a singela quantia de US$ 546,00.
Modelos da nova série têm preço inicial de US$ 23,5 mil.
Xerox diz que novidade traz economia na hora da impressão.

A Xerox apresentou nesta semana o que diz ser a primeira linha de impressoras de alta velocidade que usam tinta sólida. Segundo a empresa, a principal vantagem dos produtos da série ColorQube 9200 é a redução de gastos. A companhia afirma que o custo de impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais.
Páginas em preto saem US$ 0,01 a unidade, documentos com cores moderada custam US$ 0,03 e a impressão com muitas cores chega a US$ 0,08.
Os preços das impressoras já disponíveis nos EUA começam em US$ 23,5 mil, e a companhia não divulga o valor das tintas sólidas. O preço da impressora indica que seu foco é o mercado corporativo, e não doméstico.
Pelo fato de a novidade dispensar o uso de cartuchos, continua a empresa, ela também apresenta menor impacto ambiental – 90% menos resíduos, além de reduzir os prejuízos ambientais referentes à produção e transporte dessas “embalagens” de plástico para tinta líquida.
Os diferentes modelos têm velocidades diferentes, dependendo do tipo de impressão: vão de 30 páginas por minuto (ppm) a 85 ppm. Cada “barra” de tinta pode imprimir cerca de 55,5 mil páginas, de acordo com comunicado da Xerox.

Segundo a Xerox, o custo da impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais. (Foto: AP)

Pelo preço e tamanho da impressora, seu foco é o ambiente corporativo, e não doméstico. Dimensõesdo modelo da foto são 1,3 m x 70 cm x 1,1 m. (Foto: Divulgação )
Fonte: G1

Chega no Brasil o microprojetor Mpro110 da 3M, um projetor portátil que cabe na palma da mão. Compatível com diversos equipamentos, entre eles, laptops, câmeras digitais, filmadoras, vídeogames e alguns modelos de celular, o pequeno aparelho é uma ótima solução para qualquer tipo de reunião ou apresentações.

Segundo a distribuidora SND, o Mpro110 tem uma capacidade de projeção de até 50″ com uma resolução de 640 x 480, pesando somente 160g e 2,28cm de altura por 11,4cm de comprimento e 5cm de altura, com uma bateria de íon lítio que pode ser recarregada em duas horas, tem uma autonomia de até 60 minutos.
Apesar de bonito, o bichinho tem um preço de R$ 1.556, e já pode ser comprado no site da distribuidora SND.

