Microsoft

30th outubro
2009
written by oTTo Mostaert

A lista completa de atalhos de teclado inclui:

  • Win+Home: limpa todas exceto a janela ativa;
  • Win+Espaço: todas as janelas ficam transparentes para você enxergar através delas atéo desktop;
  • Win+Seta para cima: maximiza a janela ativa;
  • Shift+Win+Seta para cima: maximiza a janela ativa verticalmente;
  • Win+Seta para baixo: minimiza a janela/restaura a janela se estiver maximizada;
  • Win+Seta Direita/Esquerda: trava a janela a um lado do monitor;
  • Shift+Win+Seta Direita/Esquerda: move a janela para o monitor da direita ou esquerda;
  • Win+número (1-9): abre o aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição ou troca para aquele programa;
  • Shift+Win+número (1-9): abre uma nova instância do aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição;
  • Ctrl+Win+número (1-9): troca entre as janelas abertas do aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição;
  • Alt+Win+número (1-9): abre a Jump List do aplicativo preso à barra de tarefas
  • Win+T: centraliza e troca entre os itens na barra de tarefas;
  • Win+B: centraliza nos ícones da Bandeja do Sistema;
  • Shift+clique em um botão da barra de tarefas: abre um programa ou rapidamente abre outra instância de um mesmo programa;
  • Ctrl+Shift+clique em um botão da barra de tarefas: abre um programa como administrador;
  • Shift+clique com botão direito do mouse em um botão da barra de tarefas: exibe o menu de janelas do programa (como o XP faz);
  • Shift+clique com botão direito do mouse em um botão agrupado da barra de tarefas: exibe o menu de janelas para o grupo;
  • Ctrl+clique em um botão agrupado da barra de tarefas: troca entre as janelas do grupo;
  • Ctrl+Shift+N: cria uma pasta nova dentro do Windows Explorer;
  • Alt+Cima: sobe um nível de diretório dentro do Windows Explorer;
  • Alt+P: ativa o painel de visualização no Windows Explorer;
  • Ctrl+clique com o botão direito do mouse em um arquivo: acrescenta Copiar como Caminho, que copia o caminho de um arquivo para a Área de Transferência;
  • Shift+clique com o botão direito do mouse em um arquivo: acrescenta itens secretos extras ao menu Enviar Para;
  • Shift+clique com o botão direito do mouse em uma pasta: acrescenta Prompt de Comando Aqui, o que permite que você facilmente abra um prompt de comando dentro daquela pasta;
  • Win+P: ajusta configurações de apresentação para o seu monitor;
  • Win+(+/-): aproxima/afasta imagem;
  • Win+G: troca entre os Windows Gadgets na sua tela;

Você também pode interagir com as janelas ao arrastá-las com o mouse:

  • Arrasta janela para o topo: maximiza
  • Arrasta janela para esquerda/direita: trava a janela para preencher metade da tela
  • Balança janela pra lá e pra cá: minimiza tudo exceto a janela atual
  • Duplo clique na borda da janela do topo: maximiza janela verticalmente

Fonte: Treta

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13th outubro
2009
written by oTTo Mostaert

Proprietários de celulares Sidekick nos EUA podem ter perdido todos os dados pessoais que colocaram no aparelho, em razão de uma falha dos servidores que armazenaram remotamente os dados. A pane constitui um golpe enorme para a reputação do Sidekick, e serve para lembrar dos perigos de se confiar em um único provedor de segurança da informação.

Os celulares são fabricados por uma subsidiária da Microsoft e vendidos pela T-Mobile USA, que afirmam que as informações de muitos proprietários de Sidekick “quase certamente” sumiram. A T-Mobile oferece aos clientes US$ 20 como ressarcimento pelo custo de um mês de uso de dados no aparelho.

A porta-voz da Microsoft, Debbie Anderson, disse ontem que há ainda uma chance de que alguns dos dados perdidos estejam armazenados em um sistema de backup. Os engenheiros trabalham para solucionar o problema no centro de dados da Microsoft, onde ocorreu a falha, informou.

O problema ocorre no momento em que as companhias de tecnologia procuram cada vez mais convencer os clientes a usarem serviços de armazenamento remoto para fazer o backup dos seus dados, e quando a Microsoft luta para reconquistar o terreno perdido com os smartphones.

Os telefones apresentaram o problema há uma semana. O serviço ficou intermitente na semana passada, e depois os usuários começaram a reclamar que todas as informações pessoais contidas nos Sidekicks haviam sumido.

“Está sendo uma experiência terrível”, disse Mary Boyle, de Silver Spring, Maryland. Ela perdeu mais de 500 recados, 100 imagens, uma agenda e dezenas de senhas de sites. Além disso, na semana passada, passou cerca de oito horas no telefone com o suporte técnico da T-Mobile, tentando resolver o problema.

No sábado, a T-Mobile e a Microsoft alertaram os clientes a não reiniciarem seus celulares, não retirarem as baterias ou não deixarem que as pilhas se descarregassem. Mary Boyle disse que não fez nada disso, mas mesmo assim seus dados desapareceram. Agora ela comprou um BlackBerry, da Verizon Wireless.

Embora os serviços de dados estivessem normalizados ontem, a T-Mobile continuava avisando os clientes a não resetarem seus aparelhos. A companhia também informou em seu site que todos os Sidekicks não estavam mais em estoque.

Não se sabe ao certo quantos clientes foram afetados, ou quantos Sidekicks estão operando, mas é possível que o número chegue a quase 1 milhão, a julgar pelas declarações financeiras da T-Mobile. O aparelho, que existe em várias versões, nunca chegou a ser um sucesso de vendas, desde que foi lançado, em 2002, mas é um dos preferidos entre os jovens, os clientes urbanos, e tem fama de ser o celular das celebridades.

A Microsoft adquiriu a Danger Inc., fabricante do Sidekick, no ano passado, na tentativa de revitalizar sua carteira de software de telefones “inteligentes”. A T-Mobile pertence ao grupo alemão Deutsche Telekom AG. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: Último segundo

14th setembro
2009
written by oTTo Mostaert

Steve Ballmer tomou celular da mão de funcionário, durante evento.
Páginas divulgaram foto que teria sido feita com o aparelho.

Blogs de tecnologia divulgaram um “chilique” que o diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, teria dado nesta semana, em Seattle, em um evento para funcionários da empresa. Durante sua apresentação, o executivo teria tomado o iPhone de uma pessoa da plateia que tentou fotografá-lo no palco com o aparelho da concorrente Apple.
Todd Bishop, do blog “TechFlash”, escreveu: “tudo aconteceu quando Ballmer estava fazendo sua grande entrada – batendo palmas, correndo e respirando de maneira ofegante, como já é tradicional nesses eventos. Foi quando ele viu alguém, possivelmente do grupo Windows, usando um iPhone para fotografá-lo”.

Ainda de acordo com a página, Ballmer fez alguns comentários sobre o aparelho, enquanto todos vaiavam (o iPhone). O portátil foi então colocado no chão, e o diretor fingiu pisar no produto da concorrência, antes de voltar ao palco. Tudo foi transmitido pelo telão do evento, segundo o “TechFlash”.

O “Engadget” divulgou que, durante a apresentação, Ballmer voltou a fazer comentários sobre o funcionário do iPhone, para mostrar que não havia se esquecido dele. Esse mesmo blog divulgou uma foto supostamente tirada do iPhone que foi tomado do homem, durante o evento de Seattle.

Ao contrário de Bill Gates, que se afastou do dia a dia da Microsoft no ano passado, Ballmer não é um sujeito discreto, muito menos comedido. No próprio site da empresa ele é descrito como “entusiasmado, engraçado, apaixonado e dinâmico”. Isso é o que se vê nas apresentações da empresa, quando o diretor-executivo grita, pula e não hesita em declarar seu amor pela Microsoft.

Ballmer não faz questão de ser político e esconder sua opinião, nem quando ela pode causar saia justa. Ao comentar sua primeira impressão sobre o iPhone, telefone multimídia da Apple que na época do lançamento custava US$ 500, caiu na gargalhada: “é o telefone mais caro do mundo e não é atraente para clientes corporativos, porque não tem teclado.”

Fonte: G1/Tecnologia

2nd setembro
2009
written by oTTo Mostaert
Qi Lu aparece na sede da Microsoft em Redmond, em foto de agosto deste ano

Qi Lu aparece na sede da Microsoft em Redmond, em foto de agosto deste ano

Qi Lu sabe muito bem o quanto é difícil enfrentar o Google. Por quase uma década, ele desempenhou papel chave na construção das tecnologias de busca e publicidade do Yahoo, um esforço no qual a empresa investiu bilhões de dólares - adquirindo empresas e contratando exércitos de engenheiros para desenvolver seus sistemas de busca. Ainda assim, o Yahoo foi perdendo cada vez mais terreno, e muitos analistas consideram que a empresa simplesmente não tem cacife para enfrentar o Google.

Lu, 47, deixou o Yahoo 14 meses atrás e agora se vê uma vez mais no comando da batalha contra o Google. Dessa vez, ele conta com o apoio de um patrono que promete investir ainda mais que o Yahoo para completar a missão: a Microsoft. “Trata-se de uma missão inacabada que eu gostaria de concluir”, disse.

O desafio continua enorme, para Lu e sua equipe, e o sucesso parece improvável. Mas desde que Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, o contratou como presidente da divisão de serviços online do grupo, em dezembro passado, Lu, um discreto engenheiro que é um dos mais reservados e atípicos executivos entre os caciques do setor da tecnologia, conquistou a confiança de seus comandados na Microsoft e ajudou a renovar o otimismo de uma equipe repetidas vezes derrotada.

Enérgico e incansável, Lu vem pressionando sua equipe ao máximo, para oferecer uma importante vitória à Microsoft. Em reuniões realizadas diariamente às 21h30min, ao longo de diversas semanas, ele orientava seus subordinados quanto ao desenvolvimento de formas criativas para estruturar uma parceria complexa e abrangente entre Yahoo e Microsoft. O acordo, assinado em julho, oferecerá à Microsoft algo que ela desejava há anos: uma audiência muito mais para transformar seu serviço de buscas Bing em maior concorrente do Google.

Mas Lu e sua equipe terão muito que correr. Mesmo com o tráfego de buscas do Yahoo, a participação de mercado do Bing nas buscas será inferior à metade da fatia do Google. Reduzir essa imensa disparidade será difícil, em parte porque a maioria dos usuários estão satisfeitos com o Google, que melhora constantemente o seu serviço de buscas.

Em uma longa entrevista na sede da Microsoft, uma semana atrás, Lu disse que não estava subestimando o desafio. Mas com o tempo, afirmou, a Microsoft teria a chance de oferecer um serviço diferente, e convincente a ponto de concorrer de maneira efetiva.

Para a Microsoft, o sucesso nas buscas é vital para a saúde da empresa em longo prazo. Para a Lu, é uma missão que ele se sentia obrigado a assumir. “Acredito que eu esteja cumprindo um dever”, disse Lu, que se veste mais como engenheiro do que como executivo de primeiro escalão.

E é com lógica de engenheiro que ele expõe seus motivos para voltar ao ringue. As buscas determinam o destino dos usuários online, e a publicidade vinculada a buscas é a maior força econômica da internet. O negócio é importante demais para que fique sob o controle de uma única empresa, diz.

Depois de uma infância pobre na China, afirma, ele se sente obrigado a não desperdiçar a rara oportunidade que lhe foi dada. Criado pelos avós em uma aldeia rural sem eletricidade ou água corrente, a inteligência de Lu lhe valeu bolsa para a Universidade Fudan, em Xangai. Depois de conquistar um mestrado em ciência da computação, ele assistiu a uma palestra de Edmund Clarke, professor de engenharia elétrica e da computação na Universidade Carnegie Mellon.

Impressionado pelas perguntas e pesquisa de Lu, Clarke o convidou a se candidatar a um doutorado. Lu, cujo salário mensal como assistente de ensino era de US$ 10, não tinha nem mesmo como pagar a taxa de inscrição, e por isso Clarke conseguiu uma dispensa da taxa, e o candidato foi admitido ao programa de doutorado.

Lu afirma que as dificuldades que enfrentou em criança na verdade foram uma vantagem. “É uma experiência difícil, mas você aprende muito”, diz. Depois do doutorado, conquistado em 1996, ele foi contratado por um dos prestigiosos laboratórios de computação da IBM, e em 1998 se transferiu para o Yahoo. Anos mais tarde, quando a surgiu a batalha nas buscas entre Google e Yahoo, ele se tornou diretor de buscas e publicidade vinculada a buscas no Yahoo.

Todos os relatos afirmam que ele se dedicou incansavelmente ao trabalho. Contratado como engenheiro, ele galgou a hierarquia não por ambição pessoal, mas em função de sua imensa capacidade intelectual e disposição de encarar desafios cada vez maiores. No final de seu período na empresa, ele estava no comando de uma equipe de três mil engenheiros. “Ele sempre evitou a autopromoção, mas era visto como astro em ascensão no Yahoo”, diz Tim Cadogan, presidente-executivo da Open X, uma empresa de tecnologia publicitária, e colaborador estreito de Lu no Yahoo.

Os colegas dele no Yahoo e Microsoft dizem que sua inteligência só é equiparada por sua disciplina de trabalho. Lu dorme três a quatro horas por noite. Em dias de semana, acorda às 4h, responde aos e-mails, corre seis quilômetros em uma esteira rolante, lê os jornais e assiste aos noticiários. Chega ao escritório entre as 5h e as 6h, porque isso permite que prepare seu dia sem interrupções. Ele costuma enviar e-mails ao seu pessoal até a meia-noite ou ainda mais tarde. (Lu é casado e tem duas filhas, e reserva boa parte do final de semana à família.)

A disciplina dele também se traduz em lealdade. No seu último dia no Yahoo, por exemplo, surgiu um problema com um banco de dados, e Lu trabalhou com a sua equipe para resolvê-lo até a meia-noite, quando seu acesso de e-mail e rede foram automaticamente cortados. Além disso, ele se recusou a conversar com Ballmer, que estava interessado em conhecê-lo, até bem depois da data marcada para sua saída do Yahoo, porque acreditava que qualquer outra atitude seria incorreta.

Lu estava estudando propostas no setor de capital para empreendimentos e chegou a pensar em retornar à China. Mas mudou seus planos quando Ballmer viajou ao Vale do Silício para conversar com ele, acompanhado por dois engenheiros do departamento de buscas da Microsoft. O objetivo era uma discussão informal do setor de buscas. Ballmer se convenceu imediatamente de que Lu seria o homem certo.

“Ele saiu da sala e eu imediatamente disse aos meus colegas que achava que devíamos tentar contratá-lo para a Microsoft”, disse Ballmer em entrevista. Ele ligou para o celular de Lu imediatamente. “Ele voltou à sala, e começamos um diálogo sobre sua contratação, um processo que terminou por dar resultado”. Lu sabe que demorará muito para que sua nova missão dê resultado. “Temos muito, muito e muito trabalho a fazer”, diz.

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte: Terra

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24th agosto
2009
written by oTTo Mostaert

A Microsoft confirmou que os usuários do sistema operacional poderão utilizar o Windows 7 gratuitamente por até 120 dias antes de comprá-lo. Depois do período de testes, os usuários deverão utilizar um código de ativação para provar que compraram o produto para utilizá-lo.

Oficialmente o período de teste dura 30 dias, mas o processo de verificação do programa permite uma programação para que ele “volte” no tempo. OWindows Vista, antecessor do Windows 7, tinha um processo semelhante, e a Microsoft deu o sinal verde para que os usuários aproveitem o tempo a mais.

Até pouco tempo atrás você podia fazer download grátis de uma versão de testes do sistema operacional.

O Windows 7 começará a ser vendido em outubro, e a Microsoft espera que ele tenha uma melhor recepção que o Vista, que sofreu muitas críticas por ser lento e pesado para o computador. O novo sistema procura resolver os problemas apontados pelos usuários, de acordo com a empresa. Veja aqui as novidades do Windows 7.

O site Windows Secrets (em inglês) tem instruções para que os usuários consigam reativar o tempo de teste do novo sistema operacional. É preciso acessar o menu inicial, selecionar “Todos os programas”, “Acessórios”, e depois “Prompt de comando”. Depois, o usuário deve digitar na tela o comando “slmgr -rearm”, sem as aspas. Depois disso, o calendário de testes voltará ao dia zero de uso do programa. O procedimento deve ser realizado a cada 30 dias, quando o sistema exige a digitação de uma chave de ativação.

Fonte: NOAA/Sistema

26th junho
2009
written by oTTo Mostaert

O site norte-americano Kayak, especializado em localização de promoções de passagens aéreas, apontou que o novo sistema de buscas da Microsoft, o Bing, é “muito similar com o seu, e que isso está confundindo os consumidores”. A acusação foi feita na quarta-feira (24).

De acordo com o site da “Wired”, o Kayak é um site muito popular para busca de passagens nos Estados Unidos. O buscador enviou uma comunicado à Microsoft relatando os detalhes referentes às similaridades entre a sua página e a ferramenta que facilita buscas de viagens do Bing.

A revista classificou as semelhanças do Bing como “desconfortavelmente próximas ao Kayak”, além de citar a repercussão sobre o tema na imprensa norte-americana.

“Contatamos eles por meio de canais oficiais, acerca das similaridades entre o Bing e o Kayak”, informou Robert Birge, diretor de marketing do Kayak. A partir da aparência e impressão do produto de viagens, eles dão a impressão de concordar com nossa semelhança.”

Entretanto, a diretora do Bing, Whitney Burke, rejeitou as acusações do Kayak. “Estamos discutindo o assunto com o Kayak”, diz ela. “A ferramenta Bing Travel é baseada em desenvolvimento independente da Microsoft e [a empresa] Farecast.com, que a Microsoft adquiriu em 2008. Qualquer alegação contrária está destituída de mérito.”

Segundo pesquisa da empresa de estatísticas comScore divulgada na semana passada, a fatia de mercado da fabricante do Windows aumentou para 12,1% no período entre 8 e 12 de junho, índice acima dos 11,3% registrados no período de 1 a 5 de junho.

Reprodução colocada no site da revista “Wired”, a fim de demonstrar a similaridade entre as páginas

Fonte: Folha

20th junho
2009
written by oTTo Mostaert

A Microsoft vai lançar um serviço gratuito de segurança para computadores, no que pode ser o maior desafio já enfrentado pelo setor de software antivírus, que movimenta bilhões de dólares anuais. A empresa anunciou na quinta-feira que uma versão beta do produto poderá ser baixada em seu site a partir de 23 de junho. A companhia planeja oferecer a versão definitiva do produto a partir do final do ano.

Analistas do setor que realizaram uma análise prévia do serviço, o Microsoft Security Essentials, dizem que seus recursos e qualidade se equiparam aos produtos antivírus da Symantec, McAfee e Trend Micro, cujo uso custa cerca de US$ 40 ao ano.

“A notícia é boa para os consumidores e ruim para os concorrentes”, disse Roger Kay, analista do setor de computadores na Endpoint Technologies Associates.

O produto oferece proteção contra diversos tipos de software maligno, como vírus, spyware, cavalos de Troia e rootkits. Caso a varredura do programa detecte um arquivo suspeito que ainda não esteja registrado como malware, o programa alerta os pesquisadores da Microsoft para que façam mais análises.

As empresas de segurança minimizaram a ameaça da Microsoft. Executivos da Symantec e da McAfee desconsideram o esforço da empresa como uma alternativa menos eficiente à proteção plena que oferecem com seus pacotes de segurança muito vendidos.

A oferta da Microsoft combate apenas software malignos. Os produtos mais procurados de suas rivais no segmento de segurança incorporam outros recursos, como cifragem, firewall, backup de dados e controles de conteúdo.

Rob Enderle, analista do Enderle Group que acompanha de perto o setor, disse que os consumidores não precisam de todos esses recursos.

“Se houver um produto bom o bastante distribuído de graça, como justificar pagar mais?”, questionou.

O serviço gratuito surge depois de um esforço frustrado para vender um pacote de software de segurança chamado Live OneCare, que a Microsoft lançou três anos atrás, mas que a empresa anunciou que pretende tirar do mercado em novembro.

Fonte: Terra